#ZeckDog, enfim juntinhos

Oie peopleeee

Tudo bem? Por aqui agora mais feliz, com a chegada do meu Zeck, a grande estrela deste post.

Quem me conhece sabe que sou completamente apaixonada pelo Zeck. É até estranho me observar neste sentido. Logo eu que tinha o maior medo de cachorros e jurava que nunca teria um.

Mas, há cinco anos o Zeck chegou para mudar essa realidade e transformar meu amor pelos caninos. E sou completamente feliz por ter me permitido a isso!

Quando fui diagnostica precisei me afastar dele. Tudo porque ele vinha tratando uma bactéria no corpo que poderia me afetar. Não tínhamos certeza disso, mas na dúvida eu e o pai dele preferimos não correr risco!

Eu compartilho a guarda do Zeck com meu ex marido, o Andrigo. Apesar da nossa separação, conseguimos manter nossa amizade, que cultivávamos antes de nossa relação. E lá se vão 18 anos de história…

O processo da guarda foi tão natural para nós durante a separação que até estranhamos quando alguém questiona. Nunca brigamos nem por ele e nem por nada em nosso afastamento. E com isso quem ganhou foi o Zeck, que tem um pai e uma mãe que sempre zelam por ele. Sempre pensamos no que é melhor pra ele.

Eu brinco que ele é o mais sortudo dos dogs neste mundo porque tem uma casa na praia, o pai mora em Balneário Camboriú, e uma casa no campo, eu em Santo Amaro, onde costumo dizer que é pé da serra catarinense!

Quando fui diagnostica ele estava na quinzena com o pai dele. Naqueles quinze dias da prévia do tratamento eu fui até BC para beijar o Zeck, pois estava prevendo um afastamento sem prazo! O que acabou se estendendo por cerca de dois meses!

Semana passada o Zeck enfim pode vir. Há um mês encerrou o tratamento e com o diagnóstico de cura positiva, enfim, pude ter acesso a ele!

Quando ele chegou semana passada ele me rejeitou num primeiro momento. Achei que fosse por não me reconhecer (agora careca) ou mesmo por achar que eu havia o abandonado – eu chorava com isso.

Mas, me falaram que o processo de quimio muda nosso odor, de fato já tinha percebido isso, e os cachorros nos reconhecem, também, pelo cheiro!

Acredito que pode ter sido um pouco de todos esses fatores! O fato é que passado dois dias ele já tinha voltado ao normal! Conseguimos quebrar aquele “gelo” inicial! E agora é só alegria!

Quem tem bichinho de estimação sabe o quanto eles ajudam no processo de cura. E foi muito difícil ficar longe dele nesses dois meses iniciais. Pra minha sorte o pai dele sempre foi atento e me abastecia com fotos e vídeos dele. Uma forma de amenizar minha dor! E ajudava muito!

Agora é aproveitar cada segundo com ele… que ficará até dia 21/12 e volta pra passar as festas de final de ano com o pai.

Mas, logo em janeiro ele retorna para uma temporada maior comigo!

Gi

💛

Alguns dos nossos momentos juntos:

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